Emoções e risadas… muitas risadas


Segunda-feira (24/08) foi realizada no Rio de Janeiro a pré estreia do filme The Man from U.N.C.L.E. – em português O Agente da U.N.C.L.E. E se você achou o filme legal apenas pelos trailers, espere para ver tudo. É ação a todo instante. E se você queria ver o Henry num papel diferente, vá sem medo. Ele realmente surpreende num papel que é bem diferente dos seus últimos filmes. Enquanto em “O Homem de Aço” o foco é a atuação física, com muitas cenas de ação e efeitos especiais, em U.N.C.L.E., os diálogos, com frases curtas e afiadas, é o que importa. 

Não que não tenhamos as lutas, tiros, corridas de carro, fugas e perseguições clássicas dos filmes de ação. Mas realmente o charme de todo o filme está na relação meio que de amor e ódio entre os dois personagens principais masculinos, Napoleon Solo (Henry Cavill) e Illya Kuriakin (Armie Hammer). Parecem irmãos – e eu duvido que o Henry tenha tido uma relação assim com qualquer um de seus irmãos… Napoleon e Illya implicam um com o outro o tempo todo. O tempo todo mesmo!

Com a implicância, sobram piadas e ironias, com tiradas muito inteligentes colocadas no momento certo. Henry pôde, sem dúvida nenhuma, usar todo o seu humor e elegância britânicos, trazendo para Napoleon Solo um charme para o personagem que é só dele. Muita gente comentou sobre o maravilhoso sotaque colocado por Armie ao seu Illya. O moço é uma panela de pressão prestes a explodir o tempo todo. Armie, com certeza, conquistou muitos fãs com esse trabalho e mostrou a que veio.

E aí temos também a personagem Gaby Teller (Alicia Vikander) para equilibrar as coisas. Gaby é adorável e surpreendente. Durona e menininha ao mesmo tempo, cabe a ela colocar um pouco de ordem “na escolinha”. Equilibra o excesso de testosterona dos nossos espiões. Victoria Vinciguerra (Elizabeth Debicki) é a vilã clássica. Chique, linda, fatal. A mulher dá medo, gente! Extremamente sofisticada, mas cruel da ponta dos dedos dos pés até o último fio de cabelo. Aquela civilidade toda é apenas fachada. Não posso falar muito sobre Alexander Waverly (Hugh Grant) sem contar a história. Posso dizer que ele é um cara muito, muito, muito eficiente. 

Ah, podemos dizer ainda que o filme tem reviravoltas muito legais. E nós não vamos contar mais nada sobre os personagens, vocês precisam conferir no cinema – e podem ir mesmo, sem medo de ser feliz, porque o filme é demais!

A trilha sonora merece destaque, prestem atenção porque a música é importante. Hora acompanha a cena, ora contrasta com ela. O recurso foi muito bem utilizado por Guy Ritchie e equipe. Os figurinos são muito bonitos! E não vão embora sem prestar atenção aos letreiros no final, pois lá vocês vão conferir o currículo completo dos nossos agentes prediletos. O do Napoleon é hilário. 

No fim das contas, posso assegurar a vocês algumas coisas: o filme é fantástico, diversão garantida (eu já quero a continuidade); quem queria ver o Henry fazendo um filme diferente, vai atingir seu objetivo, porque, mesmo sendo um filme de ação e espionagem, há muito humor e o Henry realmente é ótimo em cenas engraçadas; e, sim, esse filme totalmente credencia o Henry a ser o próximo James Bond (que é o desejo de muitas, muitas, muitas fãs do Henry pelo mundo.)

Janaína Simões, especial para Crazy For Henry Cavill BR 

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