ENTREVISTA TRADUZIDA | Henry Cavill e mais atores de M:I:6 para Skylife

Durante a CinemaCon que aconteceu em Abril, Henry Cavill e seus companheiros de cena em Missão Impossível: Efeito Fallout, Angela Bassett e Simon Pegg, falaram com a revista Skylife sobre os bastidores do filme.

E o PortalHC trouxe tudo traduzido para você:


Nós conhecemos o ator, escritor e comediante britânico Simon Pegg, o Superman em pessoa Henry Cavill e a atriz e ativista Angela Bassett para falar sobre o antecipado filme Missão Impossível: Efeito Fallout, que será lançado dia 26 de Julho.

Henry, Simon, como é ser parte de uma franquia tão grande como Missão Impossível?

Henry Cavill: Foi muito divertido entrar em uma franquia como essa, com esse grupo de pessoas que já estabeleceram seus personagens. E como meu personagem é um criador de problemas, o que é algo que eu curti bastante, porque eu podia brincar com isso. Todos esses caras tem uma ligação e eles se conhecem. Então foi legal interpretar o novato do time ao invés do veterano.

Simon Pegg: Sim, é claro. É uma honra ser parte de uma história que é tão longa e uma grande série de filmes. Me sinto sortudo, também sinto que seja um presente. Mas, sim, é claro, você se sente sortudo quando você faz o que ama. Se você pode fazer o seu passatempo como trabalho, então essa é a maior coisa que você pode alcançar.

Tem alguma missão impossível na sua vida que você a tornou possível?

HC: Sobreviver a esse filme! Sério. Tiveram várias vezes que eu honestamente achei que fosse morrer. Se eu tivesse contado sobre elas a minha mãe, ela provavelmente teria telefonado ao Tom Cruise.

Angela Bassett: Para mim, fazer parte desse filme. Nunca sonhei que seria possível, nunca imaginei isso acontecendo. Um dia, de manhã cedo, lá pelas 7h, meu telefone tocou. Achei que fosse um trote, achei que fosse brincadeira. Nunca me ligaram tão cedo para algo tão bem vindo. E faz tanto parte da história do cinema. Então minha missão impossível foi terminar fazendo esse filme.

SP: Ter feito meu quarto filme agora, eu estava esperando ser expulso, mas eu tive muita sorte que o Benji ainda estava por lá. E simplesmente, quando era criança eu assistia a esse tipo de filmes, quando jovem, e agora me encontro fazendo-os, isso é bem extraordinário.

Você acha que seria um bom espião?

SP: Talvez eu seja um.

AB: Eu não acho. Não acho que eu tenha uma boa fisionomia inexpressiva.

HC: Honestamente, eu não sei quais são as habilidades que espiões tem que ter realmente. Quer dizer, nós sabemos o que os espiões da ficção fazem, mas os melhores espiões são aqueles que você não sabe quem são.

SP: Então nós três podemos ser.

Esse filme teve muitas locações. Qual foi a sua favorita?

HC: Fico em dúvida entre duas, porque pude ver a Nova Zelândia do céu, ou o Pulpit Rock, na Noruega, que foi absolutamente incrível, são vistas deslumbrantes. Foi como algo saído de uma antiga saga viking.

AB: Acho que a minha cena favorita foi a cena que filmamos juntos na praça do Trocadero em Paris. E a Torre Eiffel na minha frente, ah…foi deslumbrante.

HC: Nós sempre teremos Paris.

SP: Para mim, provavelmente Nova Zelândia, porque é um tipo de paisagem tão dramática, e eu pude fazer snowboard no verão no meu final de semana de folga. Eu posso dizer agora, porque o filme terminou e eu não quebrei a perna. O Tom quebrou [risos]. Mas é um país incrível e Queenstown um lugar lindo. Mas Paris, você nunca pode não amar Paris.

Henry, qual é sua relação com a adrenalina?

HC: Minha relação com a adrenalina se tornou íntima, por causa desse filme. Eu lido muito bem, quando eu estou em cenários onde posso tanto quanto abraçar a adrenalina, quanto deixá-la me controlar, me deixar levar pelo medo. Como sair daquele helicóptero pela primeira vez, tiveram pontos que eu estava muito nervoso de colocar meu corpo todo para fora. Mas, depois que veio a segunda vez, das que tive nas duas semanas, eu estava inclinando todo meu corpo para fora, porque eu havia abraçado essa adrenalina e decidido me divertir com ela e permitir que ela fosse minha parceira na performance, em vez de um obstáculo para mim.

E você, Simon?

SP: Sim, é bom ter um pouco de adrenalina, porque isso te deixa mais agitado, especialmente em situações que são um pouco perigosas. E pode ser divertido ter adrenalina na corrente sanguínea quando você não está necessariamente morrendo, e é por isso que vamos a parques temáticos e coisas do tipo.

Tom Cruise é a pessoa que vemos nas telonas?

SP: Ele quebrou a perna enquanto filmava. Então, quando ele quebrou a perna, os médicos deram seis meses de recuperação. E três meses depois, ele estava correndo por Londres a todo vapor. Ele é extraordinário, ele tem um tipo de poção que toma, alguma mágica.

AB: Ele nunca se esquiva de um desafio. Seis meses… Claro que ele ia provar que os médicos estavam errados. Você tem que ficar impressionado com seu entusiasmo, determinação e experiência.

HC: Sim, é notável de assistir. Ele tem uma motivação que é encontrada em poucas pessoas, independentemente de lesões, independentemente do quão cansado ele está, ou quão impossíveis são os movimentos a serem aprendidos em uma quantidade de tempo impossível. Tal como a acrobacia aérea de um helicóptero nas montanhas – ele faz isso. Ele é tão impressionante quanto você vê na tela, porque ele realmente está fazendo essas coisas de verdade.


>> Leia a entrevista em inglês, AQUI.

O sexto filme da saga Missão Impossível será lançado no Brasil dia 26 de Julho.

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