ENTREVISTA TRADUZIDA | Henry Cavill na capa da Men’s Journal de Agosto

E com o lançamento de Missão: Impossível – Efeito Fallout chegando, estamos em mais uma temporada de entrevistas com Henry Cavill. Dessa vez, o britânico falou com a Men’s Journal, que não só trouxe um photoshoot lindo com Kal (veja aqui) como uma baita entrevista, onde podemos conhecer um pouco mais sobre Henry, suas manias, suas ideias, seus planos futuros e nos deu uma aula de superação. O irmão de Henry, Charles, também contou sobre a infância dos dois para a publicação, além da participação especial do diretor de M:I:6, Christopher McQuarrie.

Em primeira mão (e como prometido), o Portal Henry Cavill traduziu tudinho para você. Boa leitura!


HOMEM EM UMA MISSÃO

Como o Homem de Aço, Henry Cavill, já salvou o mundo nas telonas – mas ele ainda não terminou. Interpretando um papel pesado em Missão: Impossível – Efeito Fallout, ele está fazendo parte de outra franquia e (talvez) irá tomá-la.

Por: Alex Bhattacharji. – Fotógrafia: Jeff Lipsky

photoshoot-2018-mensjournal-byJeffLipsky-04offOs olhos de Henry Cavill se estreitam ligeiramente enquanto ele tira foto de si mesmo Sexy, tipo, bem sexy.

O astro de Homem de Aço, de traços marcantes, com 1,85cm, está se imaginando pilotando seu novo, reluzente e corpulento brinquedo, “Como um cara grande, é legal ter uma dessas grandona, assim eu não pareço um monstro amontoado em uma coisinha“.

Seus olhos estão fixos em uma Ducati Multistrada Enduro Pro – a 1200cc – 152 cavalos, objeto de desejo da marca de motos italiana, do showroom de Beverly Hills. Cavill, um novato no mundo das duas rodas, fica sonhando com as motos e se delicia nos detalhes.

Por que essa é só de 1200 e essas de 1260cc?” ele pergunta para o vendedor. Depois de receber uma explicação exaustiva sobre a potência extra, que pode fazer com que a moto deslize enquanto estiver fora de estrada, Cavill aprova com bom humor “Legal, sou Henry, aliás” fala, estendendo sua mão.

Aliás, isso é clássico de Cavill, um pequeno gesto pouco atraente feito de forma tão natural que pode passar despercebido, mas multiplicado ao longo de um dia, pinta o retrato de um despretensioso e cavalheiresco do ator de 36 anos. Com cada introdução sucessiva a um vendedor de motocicleta após o outro (“Daniel, prazer em conhecê-lo, sou Henry“, “como vai você, cara?“, e assim por diante) para os fãs de Superman em busca de selfie, sejam eles de 20 e poucos anos e turistas israelenses (“Edan, sou Henry“) ou um casal de meia-idade do Meio Oeste (“prazer em conhecê-los, sou Henry“), que também perguntaram quando irão poder vê-lo na telona. Aqui ele menciona Missão: Impossível – Efeito Falllout (nos cinemas esse mês)

Definitivamente vale a pena assistir“, diz Cavill. Em seguida, levanta uma sobrancelha “E eu tenho um bigode.

Esse é o modelo 2018 de Cavill – mesma estrutura escultural e comportamento leve e bem-educado, agora com um motor interno, que é mais rápido para fazer brincadeiras e dar risada. Qualquer um que achasse que o ator britânico, conhecido por interpretar o Super-Homem, estaria contente só em vestir uma capa e salvar o mundo, não sabe que o Cavill não pára nunca, não vai parar. Ele está determinado em levar sua carreira a um terreno inesperado. O bigode é parte do plano, enquanto Cavill interpreta o antagonista em Efeito Fallout, um papel moralmente desafiador.

Eu não poderia ser o herói com esse tipo de bigode“, ele diz com um sorriso irônico. “Meio que esse é o novo chapéu preto, a nova cicatriz na cara, o novo sotaque Britânico.” Ele enfatiza a última parte com um sotaque bem londrino de zombaria. Isso não é como se estivesse no mundo do Bizarro, mas é claro que Henry Cavill não está mais em Smallville e ele gosta disso.

Em Efeito Fallout, Cavill corre ao redor de Paris com seu estranho bigode e tenta algo novo, se desafia em uma moto “Eles estavam meio que: ‘Você tem carta para dirigir motos, né?'”, recorda-se Cavill, cujo único veículo que tinha na época era um Bentley Bentayga. “Eu não tinha“. A produção trabalhou em cima disso, tendo Cavill dirigindo com ruas fechadas. Ele foi instantaneamente fisgado e começou uma obsessão. “Eu senti esse sentimento incrível de liberdade, que nunca tinha sentido em lugar nenhum“.

Depois que as filmagens terminaram, Cavill tirou sua carta, começou com as aulas. E logo entrou numa encruzilhada e aprendeu as três partes introdutórias do teste de motorista em um dia. Quando ele passou se presenteou comprando sua primeira bicicleta, uma Ducati XDiavel S.O, aquela belezinha branca brilhante chamou sua atenção no mesmo momento em que ele entrou em uma concessionária de Londres cujo nome era inconfundível: Metropolis Motorcycles. “Eu sei, eu sei”. Ele diz, balançando a cabeça. “Isso não ia dar certo.

Dos poderes do Superman, o mais esquecido talvez seja a habilidade de controlar a carreira de um ator. Mesmo quando Cavill, que se move além disso, ele sabe que o papel de Kal El irá persegui-lo para sempre, para o bem (o amplamente elogiado Homem de Aço) e para o mal (as críticas duras em volta de Batman vs Superman: A Origem da Justiça e Liga da Justiça) – um preço que ele está mais que feliz em pagar. Mas a associação com o todo poderoso kryptoniano esconde a árduo estrada pega por Cavill, um Homem de Aço feito inteiramente por ele mesmo.

Cavill cresceu na ilha de Jersey, a maior ilha do Canal da Mancha britânico, onde seu pai trabalhou como corretor de ações. O quarto de cinco irmãos, que encheram a casa da família com energia frenética e que definiram o heroísmo para ele, em termos que transcendiam qualquer história em quadrinhos.

O irmão mais velho de Cavill, Piers, passou uma década como oficial do exército britânico. E Nik, o segundo mais velho, altamente condecorado Tenente Coronel dos Royal Marines, que completou turnês em serviço no Iraque e Afeganistão. Ele liderou uma operação para capturar um comandante sênior do talibã e depois recebeu uma medalha pelo seu serviço à Rainha e ao País. As manchetes da imprensa do Reino Unido o indicaram como o irmão Superman de Henry Cavill, e os artigos dedicaram tanto ou mais tinta ao irmão que representava o papel do herói, em vez do que o vivia. Isso nunca caiu bem a Cavill, que franze a testa e balança a cabeça como se fosse uma menção.

Na história da vida real, o astro que está na lista dos mais prestigiados, interpreta um coadjuvante. “É claro que você teme pela segurança deles, mas você não torna isso um problema. Eu ficar preocupado não vai ajudar em nada.” Diz Cavill. “Ter certeza de que a sua família está confortável e bem cuidada, é o que vai dar condições para ele ficar confortável na linha de frente. Esse é meu trabalho.” Cavill também contribui com seu tempo e dinheiro para o Royal Marines Charity, que apoia o pessoal que está na ativa e veteranos em transição para a vida civil. “Se eu puder levantar dinheiro e ajudar, então eu estou fazendo a minha parte“, diz ele. “O que alivia um pouco da minha culpa por não ter me alistado, em primeiro lugar.”

Cavill mede-se contra os seus irmãos que serviram e, embora ele possa não se ver como um modelo a seguir, Charlie, o irmão mais novo, certamente o segue. Certa vez, ele e Cavill ficaram trancados em um depósito enquanto brincavam, lembra Charlie. Depois de gritarem tentando conseguir ajuda, Henry, de 7 anos, finalmente quebrou a janela de vidro da porta, desceu e conseguiu libertar seu irmão mais novo. “Henry levou o papel de irmão mais velho a sério, como se fosse seu dever solene”, diz Charlie. “Ele sempre esteve lá para mim. Se alguém já tentou me perseguir, ele os espantou com uma palavra.”

Eventualmente, Jersey, que têm apenas 45 quilômetros quadrados, começou a parecer muito pequena para Cavill. “Quando eu tinha 13 anos”, ele diz. “Eu estava ansioso para sair da ilha.” Ele continuou sua educação no continente inglês, na prestigiosa Stowe School, que produziu nomes notáveis como Richard Branson “Existe o clichê: ajudou a construir o caráter e me preparar para a vida”, diz Cavill com um encolher de ombros. Traduzindo: O internato foi francamente brutal. Houve insultos e xingamentos dirigidos a “Fat Cavill” e houve bullying. “Eu não era uma das crianças mais populares. Era um garoto meio gordo e tinha ambição – então, naturalmente, eu era um alvo fácil”, diz ele. “Não foi como se eu tivesse uma enorme cicatriz mental emocional, mas não tive a melhor experiência.”

Cavill já estava ativo em peças escolares quando Stowe foi escolhido como cenário para várias cenas no filme Prova de Vida, de 2000. Um dia, Cavill cruzou um campo de rugby e tomou coragem para perguntar ao astro do filme Russell Crowe: “Oi, meu nome é Henry. Estou pensando em me tornar um ator, como é o mundo da atuação?” Poucos dias depois, Cavill recebeu um pacote contendo um pote de vegemita, uma camisa de rugby, um CD da banda do bar de Crowe e uma foto autografada do astro australiano, em Gladiador, com uma mensagem: “Querido Henry, uma viagem de mil milhas começa com um único passo.”

“Isso ajudou” Cavill diz, “Eu não estou dizendo que tudo depende disso, mas te dá um impulso se você estiver em dúvida, aquela coisinha de ‘talvez eu deva tentar’.

Mas, frequentemente, quando em busca de motivação, Cavill olhava para si, explorando suas dúvidas e defeitos, gordinho na época, Cavill era e ainda é, atormentado por problemas de imagem corporal. “Estou consciente disso”, ele admite. “Muito mesmo. Eu também me mantenho com um alto padrão, algo que não costumo encontrar. Às vezes não é saudável.”

Mas, frequentemente, no entanto, Cavill diz que sua autocrítica serve como um propósito “Eu sou hipercrítico, e eu quero ser”, diz ele, “porque há muito espaço para eu crescer e ser melhor”.

photoshoot-2018-mensjournal-byJeffLipsky-01Este impulso para melhorar, diagnosticar e corrigir todos os defeitos, ou falhas, foi tão intenso antes do internato, quanto tem sido depois. “Henry sempre foi muito autocrítico. Eu não quero dizer que ele é um perfeccionista, mas ele é muito”, diz Charlie, que seguiu Cavill para Stowe. “Ele quer se preparar, treinar o máximo que possível e fazer o melhor trabalho que puder – não importa o que ele esteja fazendo. Ele nunca faz nada sem se preparar.”

Em definitivo, o adolescente Cavill mapeou dois caminhos possíveis para si mesmo: um na atuação, o outro seguindo seu irmão para o exército. Ele iria a Oxford, onde estudaria egiptologia, depois entraria no exército ou para os fuzileiros navais reais (Royal Marines). “Acredito que eu teria gostado muito“, diz ele, “mas eu não sei, você sabe, se poderia aguentar ser baleado a ponto de berrar?!.”

Antes que ele pudesse descobrir e antes mesmo de se formar em Stowe, ele foi escalado para o longa O Conde de Monte Cristo.foi pau a pau“, diz ele. “Atuação apenas atacou antes que a vida militar.” Aos 17 anos, ele saiu da escola cedo.

Desde o começo, Cavill trouxe planejamento, dedicação e foco para o seu ofício. “Trabalhar duro para isso é divertido“, ele diz, “acho que tirei isso do lado miliário do meu cérebro. Eu odeio dizer ‘eu gostaria de ter trabalhado mais duro’. Isso não é legal.

Impulsionado por uma ética de trabalho desproporcional, ele teve algum sucesso, como seu papel como Charles, Duque de Suffolk, no drama de época sexualmente provocativo da Showtime, The Tudors. E teve uma série de perdas. Bem antes de Homem de Aço, Cavill estava perto de ser escalado como Kal El, em um reboot que não aconteceu. Mais tarde, quando outra versão do herói dos quadrinhos foi feita, chamada Superman – O Retorno, Brandon Routh conseguiu o papel. Cavill perdeu um papel em Harry Potter e o Cálice de Fogo e um que foi para Robert Pattinson, que participou até o estrelato nos filmes Crepúsculo. Cavill era a escolha da autora Stephanie Meyer para interpretar Edward Cullen naquela série, mas ele envelheceu já que as adaptações foram atrasadas. Com apenas 22 anos, ele chegou perto de James Bond antes do papel ir para Daniel Craig.

Você definitivamente se sente destruído“, diz Cavill, “mas eu vou para cima de outros projetos e torná-los tão incríveis quanto o projeto que eu queria.” E às vezes eles voltam: “Descobri que as coisas nunca vão embora“, diz ele. “Por exemplo, Superman. Não fui Bond quando eu era muito jovem, mas agora Daniel está pensando em sair, e há uma oportunidade novamente.”

Perguntado se ele pretende mostrar aos produtores que ele está interessado em ser o próximo Bond, Cavill ri “Eu acho que eles sabem“, ele diz.

Depois de andar pelo showroom da Ducati, Cavill esclarece seu objetivo: ele está de olho em uma segunda moto para manter em sua casa no sul da Flórida, onde passa a maior parte do pouco tempo de folga. Logo ele volta para o motociclismo. “Há algo sobre isso. Mesmo que eu não esteja realmente indo para a estrada a dentro, é tão sexy.

É, sim”, diz o vendedor, antes de passar pelas características que o tornam ideal para viagens longas – para Baja, no Alasca.

Eu poderia comprá-la agora e levá-la de volta para Miami“, interpõe Cavill. “‘Cancele o jatinho, pessoal. Eu vou dirigindo.’ Na verdade, não. Eu tenho que voar com meu cachorro de volta.

Algumas pessoas colocam o cachorro no tanque de combustível, o vendedor ressalta. “Aham, não. Meu cachorro é um Akita de 100 quilos“, diz Cavill. “Você vende carros laterais?

Tem o Kal El, o Homem de Aço, de grande fama, e tem o Kal, o melhor amigo do Homem de Aço, de fama no Instagram, o companheiro de quatro patas de Cavill. O canino Kal não é apenas uma estrela da mídia social, mas também o tema de um próprio perfil, sem bullying, no BuzzFeed chamado “OK, mas você viu o cachorro de Henry Cavill?” (“OK, But Have You Seen Henry Cavill’s Dog?”) Sentimentos semelhantes povoam o instagram de Cavill, que evocam um tipo peculiar de orgulho em Cavill. “Obrigado? Mas não é como se eu tivesse feito esse cachorro“, ele diz” Ou eu fiz? Você deveria ver a mãe dele – peluda, mas bonita.”

Extremamente privado, por natureza, Cavill gradualmente abriu as cortinas mostrando suas ações diárias nas mídias sociais. Na maioria das vezes, Kal é seu muso, mas os pelos faciais do ator proporcionaram alguma competição por um tempo. “Kal tem mais longevidade“, diz ele. “Mas o bigode chamou muita atenção por causa da Liga da Justiça.” Depois que Cavill foi chamado de volta para fazer refilmagens no filme de super-heróis da DC, antes de Efeito Fallout terminar de filmar, seu cabelo fácil teve que ser digitalmente apagado a um custo de milhões de dólares. Naturalmente, o bigode então tomou o status de meme.

Cavill abraçou o bigode e, o usou para ajudar a moldar sua interpretação do questionável agente da CIA, August Walker, em Efeito Fallout. “Ele não é um cara mau. Ele é apenas um antagonista do protagonista“, diz Cavill. “Se você queria ser salvo, você ligou para o cara errado – eu não faço salvamentos.”

Este mergulho na ambiguidade moral é um pouco novo para Cavill, mas o diretor de Efeito Fallout viu isso borbulhando sob a superfície “Eu não ouvi nada além de coisas boas sobre ele, todas as quais se revelaram verdadeiras: trabalha duro, é dedicado, positivo” diz Chris McQuarrie, que também escreveu o filme. “Eu também tinha um sentimento distinto de que ele não tinham usado todo o seu potencial. Eu estava interessado em explorar seu lado sombrio.”

Cavill sentiu-se bem sendo um durão, e mostrou: “Há uma cena de luta no filme – está em todos os trailers”, diz McQuarrie, “Henry levanta os punhos em preparação para dar uma surra. Ele improvisou isso, simplesmente com uma nota de graça – o personagem floresce. Mas é o momento em que todos reagem visceralmente. Você passa meses filmando sequências, incrivelmente perigosas e complicadas, projetadas para emocionar às pessoas e Henry levantando seus punhos rouba a cena. Isso deve dizer muito sobre Henry.

photoshoot-2018-mensjournal-byJeffLipsky-03Outra coisa que você precisa saber é que Cavill é bastante obcecado em verificar fatos em tempo real. Quando esse bigode surge – mais uma vez – ele menciona que foi inspirado por um personagem de um quadrinho do Superman. “Nós estávamos brincando com idéias”, diz Cavill. “e eu encontrei este personagem Elias Orr em ‘Superman for Tomoroow’ – ou…’Of Tomorrow?!'”

Depois de uma rápida pesquisa na web, em seu celular, Cavill olha para cima. “Sim, é ‘Superman for Tomorrow’ – um dos meus quadrinhos favoritos”, diz ele. “Esse cara Orr tem uma moral questionável e um certo visual que é legal.”

Ele não termina aí: Cavill puxa seu Google Pixel 2XL para checar: o personagem que ele interpretou em uma produção escolar de Grease (Sonny), o primeiro filme para o qual ele fez o teste ‘África dos Meus Sonhos’, não ‘África Fora dos Sonhos’ e o destino de sua próxima viagem de motocicleta para visitar Nik: “Meu irmão mora em Plymouth“, diz Cavill. “É Plymouth, não é? Talvez seja Portsmouth. Deixe-me ter certeza.

Vários termos de pesquisa mais tarde, ele continua: “Ah, sim, é Plymouth, na Inglaterra. Bom. Eu sempre confundo os dois, apesar do fato de que sou inglês”.

Eu indiquei que ele poderia se libertar da culpa, já que ele vem de uma ilha do Canal da Mancha, não do continente britânico. “Isso”, diz ele, levantando o dedo indicador para dar ênfase, “não é desculpa“.

Pouco tempo depois, chegamos ao Beverly Hills Hotel. Enquanto tentamos ir ao Polo Lounge para almoçar, Cavill concorda em posar para várias fotos (“Prazer em te conhecer, sou Henry“) e segura a porta para um fluxo apaixonado de mulheres, depois pede uma mesa para o anfitrião do lado de fora.

Disposto em todo o restaurante estão os melhores jogadores de Hollywood – executivos de estúdio, agentes poderosos, produtores – terminando seus almoços. Enquanto Cavill passa, cutucadas e acenos são trocados, uma forma reservada de reconhecimento que não passa batido.

Agora que Cavill ganhou um lugar na mesa em Hollywood, ele está determinado a usá-lo. Além de estrelar uma segunda franquia de sucesso de bilheteria, Cavill está liderando o grupo, pressionando para um novo e repaginado filme do Superman. Mais do que nunca, ele está percebendo sua meta de estrear os projetos nos quais está envolvido. Vários anos atrás, Cavill lançou a Promethean Productions com seu amigo Ben Blankenship e seu irmão Charlie, um empreendimento que está começando a ganhar força.

À medida que nos instalamos em uma banqueta ao lado do gazebo, Cavill evita a cesta de pães e pede apenas água com gás e um coquetel Americano, evitando totalmente uma entrada ou qualquer coisa para comer. Ele está se sentindo reflexivo e está realmente satisfeito com o que vê. “Fiz Superman. Estou em Missão Impossível“, diz Cavill. “A lista do que eu já fiz está muito boa”.

Não tem sido fácil ter essa perspectiva: “Eu tive um bando de péssimos conselhos“, ele diz, “Mas todo o bom conselho era apenas aproveitar. Sorrir mais. Porque nós estamos aqui, e pelo que eu saiba, isso acontece apenas uma vez. Pelo que eu saiba. Então sorria pelo amor de Deus.

Cavill deixa claro que ele não está desistindo, ele está aquecendo. Ele se ilumina quando ele fala sobre a casa que ele está construindo, uma Fortaleza da Solidão, cheia de sol no sul da Flórida; planos para mergulhar e velejar; e passeios de motocicleta na Inglaterra e, uma vez com sua nova moto, nos Estados Unidos.

Ainda pensando em conselhos, depois que ele assinou a conta de nossa longa e boa refeição, sem comida, Cavill recorda as palavras de um amigo das Forças Especiais dos Estados Unidos: “É isso que eu diria a mim mesmo. Faça isso. Experimente. Teste a si mesmo. Assuste-se. Aprecie esse passeio dentro de si mesmo e abrace-o.

Enquanto ele está de pé, ele bate as palmas das mãos na mesa em definitivo; “Diga sim a tudo. A toda merda“, conclui Cavill. “Menos aquelas bobagens idiotas, como usar drogas ou entrar em uma boy band.


A revista já está nas bancas internacionais! Continue ligado no seu Portal Henry Cavill, para tudo sobre nosso August Walker e sobre o sexto filme da franquia Missão: Impossível que estreia dia 26 de Julho nos cinemas brasileiros!

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