Nana Pauvolih – A autora de Quando Vi Voce I e II João Pedro Valente inspirado em Henry Cavill

 

PHCBR Quando/como você começou a ser escritor?
NP: Sempre gostei de escrever, desde criança. Mas meu primeiro livro completo escrevi aos 11 anos, após uma aposta com um amigo. Íamos escrever um livro cada um e depois escolheríamos o melhor. O meu ganhou.
PHCBR Como você conheceu o trabalho do Henry e o que te chama atenção nele?
NP: A primeira coisa que me chamou atenção foi sua beleza espetacular. É tão lindo que me encantei e aí fui investigar o trabalho dele. A partir daí, passei a ver seus filmes e só me encantei mais.
 
PHCBR Qual é a ligação de Henry e seu personagem?
NP: Quando escrevi meus livros Quando vi Você e Quando vi você 2, em 2012, eu só conseguia ver meu personagem João Pedro Valente como o Henry. Via várias imagens dele e me apaixonava cada vez mais.
PHCBR Como foi o processo de criação do livro?
NP: Como em todos os livros que escrevo, o romance já vem completo na minha cabeça e eu me deixo levar por ele. Imaginar Henry como meu personagem foi uma delícia, facilitou ainda mais o processo criativo.
PHCBR Fora Henry Cavill, há mais alguma inspiração para a história ou personagens?
NP: Sim, sempre tenho inspirações. Em geral eu crio os personagens e só depois busco avatares que se encaixem.
 
PHCBR Já enviou um exemplar para ele?
NP: Não, nunca fiz isso.
PHCBR Quais são seus próximos projetos?
NP: São muitos. Estou terminando DE VOLTA AO PRAZER e vai ficar à venda ainda este ano. Começo do ano que vem lanço o terceiro livro da Série Redenção pela editora Rocco, Redenção pelo amor. Ainda ano que vem lanço a Série Segredos de modo impresso. E pretendo escrever entre 4 e 5 livros: “Do meu jeito”, “Até você chegar”, “Descobrindo Dalila” e “Renascer de Letícia”, além de dar início a uma nova série.
PHCBR Dizem que os personagens têm muito do autor. Qual dos personagens  de seu romance tem mais de você? Por quê?
NP: Sim, dou um pouco de mim para eles. Acho que Heitor Falcão tem muita coisa minha. Uma serenidade, uma paixão pela vida sem alarde, mas intensa. Antônio Saragoça tem minha voracidade para amar. Theo Falcão tem meu lado mais agressivo. E assim vai rs.
PHCBR Quais são os seus livros de cabeceira?
NP: Parábolas, de Gibran. Poesias de Vinícius de Moraes. AS Idades de Lulu. Livrinhos de orações. E gosto de ler coisas sexys, então, sempre tem um livro assim por perto. Também não dispenso um bom suspense.
PHCBR Quais são os seus autores favoritos?
NP: Nietzsche como filósofo para mim é imbatível. Tenho grande admiração por Machado de Assis. Amo Gibran e Vinícius de Moraes. Cassandra Rios também. Anais Nin.
PHCBR Esse “amor platônico” pode ser relacionado ao amor de fã? Que não conhece seu ídolo, mas ao ver, por exemplo o Henry, se apaixona a primeira vista.
NP: Sim. É um amor idealizado, um sonho, um desejo. O Henry, além da beleza, tem muito mais que desperta esse “amor”. Seu olhar é lindo, até meio doce. Seu sorriso faz a gente ter vontade de sorrir também. Ele desperta coisas boas demais.
PHCBR Hoje o universo BSDM é bem explorado. Você acredita que isso atrai a curiosidade ou interesse de muitos leitores?
NP: Sim. Há algum tempo era um tabu, as pessoas tinham curiosidade e deixavam quieto. Hoje há possibilidade de mais conhecimento sobre o assunto. Em geral um BDSM mais leve, até mesmo com romance, é o que mais atrai.
 
PHCBR Quais as características principais para um personagem masculino irresistível, em sua opinião?
NP: Força, determinação, caráter, paixão. Ser capaz de tudo pela pessoa amada. Um personagem autêntico, único, que desperta sonhos, desejos, vontade de conhecê-lo. Ele precisa trazer o leitor para todas as emoções da estória.
PHCBR O contraste dos personagens Vitor e João remete ao real e imaginário do homem perfeito… qual deles você acha deles que é mais próximo da realidade?
NP: O mais próximo é o Vitor. Se eu encontrasse um João Pedro pela frente, largaria tudo e sairia correndo atrás dele rs.
PHCBR Você vê o mercado de livros hot consolidado ou acredita que esse interesse no segmento seja passageiro?
NP: Os livros hot de qualidade vão permanecer. Aconteceu assim com Anais Nin, Henry Miller, alguns outros. Acho que o espaço conquistado fica, mas com bons livros. Os que seguirem modismo apenas passarão com ele.
 
Mais informações da autora em seu blog:

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